sábado, 27 de setembro de 2008

Daia Pacheco é Elaine Lancur ...

A primeira aparição como actriz foi em 1998 com SESC, Clube Teatral em São Paulo (Brasil). Frequência na mesma cidade de aulas e cursos de Expressão Dramática, que teve como resultado a entrada em pequenas peças tendo sido a primeira: "Dramatização do poema "A Porta" de Vinicus de Morais". Em 2006, em Lisboa ingressou nos Cursos de Teatro do Chapitô, com Bruno Schiappa, tendo participado em duas peças de final de ano: "Furia" e "A Cafeteira".
Em 2008 entrada no grupo de teatro da Academia 1ºJunho 1894, no Lumiar (Lisboa) tendo em Maio deste ano estreado a peça "A Festa" de Spiro Scimone.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

domingo, 21 de setembro de 2008

diz professora Luísa ...

com a devida vénia publico excerto do mail da Inês Guerra, ora recebido:

(...) Sei que ainda não é a versão definitiva mas como disseste que querias saber o que achei, aqui vai:
Gostei bastante da história e acho que pode dar um espectáculo divertido, que prende a atenção do público, cria suspense e, além disso, acho que toca temas muito importantes e pode ter um lado didáctico para as crianças.
No I acto, acho que a explicação relativa aos planos da Carmina e às investigações do cientista Anoreldo está boa e acessível de perceber. Nessa parte surgiu-me foi uma dúvida em relação às personagens Luísa e Zita pois, parecem-me de alguma forma conscientes do perigo e do que se está a passar mas ao mesmo tempo parecem-me um pouco condescendentes com a Carmina e com essa situação. Gostava de perceber melhor esse aspecto porque acho importante para a construção das personagens.
No II acto, acho que pode ser giro a Luísa e a Zita andarem pela plateia e o público corresponder às pessoas da aldeia que foram afectadas, gostei dessa ideia, acho que pode dar uma interacção boa e proximidade. Também achei giro a troca com o nome do Manuel Luís Graxa. Essa personagem e a do juiz não vão aparecer em vídeo, certo? Também gostei da ideia do vídeo com o jogo das sombras chinesas, acho que pode ficar bonito. E nessa parte, acho interessante para as crianças quando se fala em brincadeiras alternativas, em que não seja preciso electricidade, já que é uma realidade muito distante e importante de ser lembrada. Não percebi bem a transição para o DD (em que já todos estão salvos), pareceu-me que faltava alguma coisa que fizesse a ligação para isso. Achei o discurso do Anoreldo (do Nobel) muito bonito.
Acho que a peça tem um lado de diversão que é muito importante mas também aborda assuntos sérios e pertinentes, fazendo levantar questões como a clonagem, a manipulação dos Media, o ambiente e a sua preservação, o progresso, o petróleo, etc.
Tem tudo para dar um bom espectáculo. Parabéns! :)
(...)

... barba por fazer ...

...
o Domingo inteiro. Só sair para beber goles de café na Pastelaria Camélia.
Semana de emoções, muito gratificante em que conheci os meus queridos artistas e criadores que querem colaborar nesta aventura.
Vejo-me na mão com estes diamantes por lapidar. Com um HTC que me foi roubado quando estava com a Inês na Av Almirante Reis, e o carro que anda a verter água não sei de onde.
Este meu querido Punto Turbo Diesel não me pode falhar nos próximos dois meses. E os ensaios no Pinhal Novo?
e os artistas jovens e talentosos que tenho andado a conhecer através dos conselhos do Bruno Schiappa, meu querido amigo e grande mestre da arte de Talma?
E se os ofendo? e se os maço com as minhas directivas cénicas histéricas? e os toques de telemóvel às duas da manhã? e os constantes email? e rings doMSN? Ajuda-me meu Deus.
Domingo de reformulação do texto com entrada de um personagem e distribuição do papel que era das classes de Ballet, pelas crianças que irão fazer o workshop na Casa do Artista
Dores de parto .. é tão difícil ser feliz.